segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Garry Kasparov “A Vida imita o Xadrez” e onde entra o Poker aqui - Parte II


 A segunda parte do livro pode ser assustadora para o leitor que não está familiarizado com o xadrez, mas os relatos que a ilustram são uma biografia leve que nos entretém e ensina. Aprendemos com eles formas de avaliar e analisar situações que podemos transpor para a nossa Análise dos adversários, das mãos, das estatísticas.

Na terceira parte do livro, insiste-se naqueles que serão os pontos chave a desenvolver depois de já termos dominado o jogo, adquirido Disciplina, percebido a Táctica, delineado a Estratégia. Podemos chegar longe, mas senão questionarmos o Sucesso, senão quisermos constantemente evoluir, senão sairmos da nossa zona de conforto, iremos, no mínimo, estagnar.

Aborda-se também a necessidade de nos mantermos focados sobre qualquer condição, aguentar toda a  pressão.

Jogar contra qualquer oponente, seja humano ou máquina e não cairmos no erro de nos desconcentrarmos quando o objectivo era distrair o adversário.

Existe ainda um tópico que muitos poderiam considerar polémico, pois aborda a questão da intuição e da análise, de como Kasparov explica a importância da Intuição na Análise de situações (útil por exemplo para detectar uma crise).
Foi um livro que durou alguns meses, foi lido pouco a pouco, transformando momentos mortos em lições de aprendizagem ou re-aprendizagem.
Dei apenas uma passagem por alguns aspectos, mas sendo este o grupo de estudo de Poker, poderei tentar aprofundar os conceitos falados.

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Boa Sorte & Nice Skill

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